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O projeto aprovado no edital do Fundo Lira promete apoiar à Gestão dos Produtos da Sociobiodiversidade e Proteção Territorial.
No domingo, 30 de janeiro, extrativistas das comunidades de Santo Antônio, Km 10 e Jamaracaru, na Unidade de Conservação da Flota Trombetas, participaram de uma reunião de apresentação do projeto “O uso das geotecnologias no apoio à Gestão dos Produtos da Sociobiodiversidade e Proteção Territorial”, submetido pela Associação dos Moradores da Comunidade do Jamaracaru (Acaje) e aprovado no Fundo Legado Integrado da Região Amazônica (Fundo Lira).
De acordo com Alberto Sampaio, diretor da Acaje, o projeto investirá na aquisição de materiais e equipamentos de proteção individual e tecnológico que apoiem no mapeamento territorial como drone, GPS e sistema de informações geográficas para gerar mapas temáticos das áreas produtivas, bem como capacitações em revisão estatutária, prestação de contas, empreendedorismo, associativismo, redação oficial, formação de agentes ambientais comunitários pensando no fortalecimento da associação.
O projeto orçado em aproximadamente R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais), tem por objetivo apoiar no fortalecimento institucional da Acaje, na gestão, proteção territorial dos recursos da sociobiodiversidade e formação básica de agentes ambientais comunitários para o combate aos ilícitos ambientais. “Mapear as áreas produtivas tem o objetivo de entender o uso e as potencialidades da bioeconomia na Unidade de Conservação. Com o projeto buscaremos integrar o olhar extrativista às técnicas de geoprocessamento”, frisou o engenheiro ambiental Edwilson Pordeus.
A reunião foi realizada na base de proteção da Flota Trombetas, na comunidade Jamaracaru, que foi reaberta nesta segunda-feira, 31 de janeiro. “A Flota Trombetas estava fechada há quase dois anos por conta dos riscos de contágio da Covid-19 ao povo indígena Zoé, que são povos isolados e vivem próximo ao local onde é feita a coleta da castanha. O projeto tem ainda ação de mapeamento dos usos dos castanhais na Flota e da atividade extrativista do cumaru”, ressaltou a pesquisadora do Imazon Jakeline Pereira.
O projeto terá a duração de 18 meses, será financiado pelo Fundo Lira, terá entre os parceiros de execução o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), Prefeitura Municipal de Óbidos, Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Óbidos e Prefeitura Municipal de Oriximiná.
FONTE: Portal Santarém
Criado em 2022-02-01 13:46:35
Criado por meio da Portaria n. 10/22, o Grupo de Trabalho (GT) denominado “Águas do Tapajós” é Composto por 33 pesquisadores e será presidido pela profa. Dra. Iracenir Andrade dos Santos (CFI), terá duração de 6 meses, mas poderá ser prorrogado caso seja necessário. Na sexta-feira, 25, online, na qual foram definidas as ações do GT. Inicialmente os pesquisadores irão reunir suas publicações acerca de pesquisas já feitas no rio Tapajós. Esses dados serão apresentados às entidades que vem solicitando informações científicas à universidade.
De acordo com a portaria, em seu Art. 3º, são atribuições do GT: a) avaliar os parâmetros físico-químicos que já foram coletados ou que ainda vão ser coletados das águas e solo do rio Tapajós; 2) emitir, no final das atividades, relatório ou laudo sobre as condições das águas do rio Tapajós.
O professor Ricardo Bezerra (Iced) defendeu um “monitoramento contínuo do rio Tapajós”, ele também sugeriu a criação de um “plano permanente” de ação para realizar um estudo coordenado não só do rio, mas também da “fauna e da flora da região”.
A Profa. Iracenir reconheceu que o que está ocorrendo em Alter do Chão “é um problema complexo”, e completou: “precisamos mesmo de um trabalho coordenado, com a participação de vários pesquisadores para enfrentar esse problema precisamos unir forças”, afirmou. Ela citou o projeto Água do Tapajós que já atua no rio Tapajós realizando pesquisa científica. “Precisamos trabalhar em toda a cadeia produtiva, inclusive das pessoas. Para realizar o trabalho com cuidado e segurança”, essa ideia foi compartilhada pela prof. Luciana Carvalho, do Intituto de Ciências da Sociedade (ICS).
“A poluição causada pelo aumento da turbidez chama atenção, mas a poluição invisível resultante de outras atividades precisa ser investigada e monitorada” alertou a profa. Dra. Rose Meira do Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA).
Parceira com Governo do Estado – Para o Secretário Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), José Mauro de Lima Ó de Almeida, “a integração [com a Ufopa] consistirá em reunir e compartilhar informações para que possamos elencar quais as medidas de atuação e de fiscalização necessárias para a região. Nossa ideia é também reunir representantes da UFPA [Universidade Federal do Pará], do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e todas as instituições que tenham pesquisas sobre o tema e estruturas necessárias, como laboratórios, para aprofundarmos os conhecimentos”.
Integrante do Laboratório de Biologia Ambiental (Ufopa), a profa. Yngléa Goch pesquisa o tema desde seus estudos de graduação. “Essa é uma oportunidade de iniciarmos um monitoramento permanente da bacia do Tapajós”. Ela vem acompanhando de perto essa questão desde 2018. “É importante também estudarmos os aspectos sociais e educacionais relativos à essa questão são necessários”.
Solicitação de informações
Seis agentes externos enviaram à Ufopa pedidos de esclarecimentos sobre a turbidez das águas. “Além da solicitação do Governo do Estado, nós recebemos pedidos de outros órgãos como o Ministério Público Estadual (MPE), Ministério Público Federal (MPF), solicitando informação sobre a mudança na cor das águas do rio Tapajós, IBAMA, ICMBIO, e Polícia Federal”, informou o prof. Bruno Batista (Proppit), que presidiu a reunião do GT.
O prof. José Mauro Sousa de Moura sugeriu que seja feito um levantamento das publicações dos professores e discentes sobre o rio Tapajós. “Em seguida, já elencamos os projetos que estão realizando medidas (principais aspectos da qualidade da água) no canal principal do rio seus afluentes”.
“O nosso papel como universidade pode ser decisivo para uma transformação dessa realidade do Tapajós”, concluiu o prof. Luiz Reginaldo Ribeiro Rodrigues (Iced)
Próximos passos
No próximo dia 1º de fevereiro (terça-feira), às 14h, será realizada uma reunião, em formato online com representantes das seis entidades externas que solicitaram informações acerca das alterações na cor das águas das águas do rioTapajós, principalmente na vila de Alter do Chão.
Texto: Lenne Santos / Comunicação Ufopa
* Confira a matéria "Água Barrenta do Rio Tapajós preocupa Alter do Chão" no JN sobre o assunto.
Criado em 2022-02-01 01:13:40
A Prefeitura de Óbidos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) realizou no sábado, 29, um mutirão de testagem para Covid-19 em diversos pontos da cidade.
Ao todo foram realizados 390 testes, sendo que deram 221 casos positivos e 169 casos negativos.
Ainda este mês de fevereiro um novo mutirão de testagem será realizado pela Secretaria Municipal de Saúde, a qual divulgará os dias e locais onde serão realizados os testes.
Fonte:Comunicação/PMO
Criado em 2022-01-31 19:29:37
Aconteceu nesta segunda-feira, dia 31 de janeiro, uma ação na Praça de Sant´Ana denominada “Saúde na Praça”, do qual participou um grupo de pessoas, cujo objetivo das atividades foi proporcionar mais qualidade de vida, como também trazer mais saúde para as pessoas que participaram das atividades.
A “Academia de Saúde”, responsável pelas atividades, proporcionou a verificação de pressão dos participantes, assim como realizaram alongamento. Durante as atividades, os coordenadores entregaram folhetos educativos, houve também uma palestra com a nutricionista Suene Andrade e meditação com Carla Sabrina.
A ação foi coordenada por Celciane Gama Costa e Tayane Kelly, da qual participaram cerca de 15 pessoas.
FOTOS...
www.obidos.net.br – Fotos de Vander N Andrade
Criado em 2022-01-31 17:46:07
O Projeto Amor de Patas surgiu em 2016 com a boa vontade de um grupo apaixonado por cães e gatos, que sensibilizados com a situação dos cães de rua do município de Óbidos, abraçaram o projeto que já salvou muitos animais.
Atualmente, conta com a colaboração poucas pessoas, sendo que uma dessas pessoas é Sheyla Auzier, que coordena o projeto, com quem conversamos, a qual está pedindo ajuda financeira através a Campanha Doe R$ 2,00 (dois reais) ou de materiais para dar continuidade ao projeto que vem se mantendo com muitas dificuldades.
Quem quiser doar materiais como: ração, água sanitária, sabão em pó, sacos pra lixo de 200 litros e lençóis ou toalhas de banho, é só entrar em contato pelo ZAP, no seguinte número (93) 991267695.
Quem quiser fazer doação e contribuir financeiramente com a campanha é só fazer um
PIX: 93991267695
CONTRIBUA E SALVE OS ANIMAIS!
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Criado em 2022-01-31 16:21:26
A imunização ocorrerá uma vez ao ano em rebanhos de bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e equídeos, devendo-seadquirir e aplicar a vacina até 31 de maio de cada ano e comprovar a vacinação nos escritórios da Adepará até o dia 15 de junho, como já ocorre com a vacinação contra a febre aftosa.
A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), por meio do trabalho de prevenção e instrução técnica e pedagógica de Educação Sanitária, coordenado pela Gerência do Programa Estadual de Controle da Raiva de Herbívoros (GPECRH) realiza, regularmente, ações no combate à raiva dos herbívoros que, desde o dia 23 de dezembro de 2021, através da portaria nº 8272/2021, instituiu-se a obrigatoriedade da vacinação contra a raiva dos herbívoros, para os rebanhos de bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e equídeos em 50 municípios, devido à recorrência de focos em determinadas regiões do estado.
A partir desta normativa, a vacinação contra a raiva herbívora, nos municípios listados na portaria, passa a ser obrigatória e de responsabilidade dos produtores rurais, do mesmo modo que a vacinação contra a Febre Aftosa e Brucelose.
A gerente do GPECRH, Khrisna Tabosa, conta que foi feita reunião on-line com os gerentes, médicos veterinários e agentes fiscais agropecuários responsáveis pelos 50 municípios sobre a portaria, para a ampla divulgação da imunização.
"Nós já tivemos reunião com as gerências regionais citadas na portaria e explicamos a importância de ser feita uma ampla divulgação sobre a obrigatoriedade da vacinação para os produtores rurais a fim de alcançarmos 100% do público-alvo", disse a gerente.
Regras
A imunização ocorrerá uma vez ao ano, devendo-se adquirir e aplicar a vacina até 31 de maio de cada ano e comprovar a referida vacinação nos escritórios da Adepará até o dia 15 de junho à semelhança do que já ocorre com a vacinação contra a febre aftosa. Os animais primovacinados, deverão comprovar também a revacinação 30 dias após a administração da 1ª dose vacinal. A aquisição da vacina deve ser somente em revendas agropecuárias registradas na Adepará e deverá ser armazenada entre 2°C e 8°C para que seja mantida sua eficácia.
Para realizar a comprovação, o proprietário dos animais deverá procurar uma unidade da Agência em seu município, munido da nota fiscal de aquisição da vacina, descrição do rebanho, devendo constar o número da partida, data de validade, laboratório fabricante, bem como a data da vacinação. Serão aceitas as comprovações cujas notas fiscais de compra da vacina antirrábica tenham sido efetuadas a partir de 1 de janeiro do ano corrente, desde que os rebanhos sejam atualizados e corrigidos as eventuais diferenças.
A emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) só ocorrerá após a comprovação da vacinação contra raiva dos herbívoros, conforme mencionado anteriormente (até 15 de Junho), nos 50 municípios listados, estando os proprietários ou responsáveis pelos animais sujeitos às penalidades previstas nos atos legais relacionados à matéria.
Raiva em Herbívoros
A Raiva em Herbívoros é uma doença causada por vírus que ataca o sistema nervoso central dos mamíferos (domésticos, animais selvagens e o homem). Ela se dá principalmente através da saliva, por meio de mordedura ou lambedura em pele lesionada e mucosas. O principal transmissor da raiva aos herbívoros é o morcego hematófago Desmodus rotundus (que se alimenta de sangue). Para evitar o contágio da doença, é necessário vacinar os animais (Bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e equídeos), anualmente, contra a raiva dos herbívoros, pois trata-se de uma doença imunoprevenível, sem tratamento e sem cura. Em casos suspeitos da doença em herbívoros, procurem a Adepará.
FONTE: Agência Pará
Criado em 2022-01-31 14:26:01
TRATO CAPILAR, texto de Otávio Figueira que fala sobre os "Barbeiros" de Óbidos.
Há determinados estágios na vida cotidiana que nos remete a momentos inesquecíveis, saudosistas e até melancólicos de uma existência voltada a infância, e parte da adolescência, sem o compromisso da responsabilidade efetiva de estudar, trabalhar e cumprir horários prefixados, tudo na base do comer, beber, dormir e divertir.
Entretanto, essa felicidade efêmera acalantada pelas diversas brincadeiras e divertimentos da época de criança, positivas ou negativas, não saem de nossas memórias, principalmente quando o palco desse enredo é a cidade em que nascemos.
Flanando pelas ruas da city, deparei-me com o "Salão do Billy", ambiente de nome pomposo que trata da beleza capilar dos inúmeros conterrâneos de todas as idades.
Diante desse acontecimento, de pronto, passou um filme na minha mente recordando quando íamos à barbearia do seu Jacó Pinto, por exemplo, para dar uma rebaixada no cabelo.
Entre os tipos de corte o "escovinha" era o mais solicitado e executado pela máquina zero (só existia essa graduação), preferido do papai, pois demorava a crescer.
No entanto, para nós, era o mais cruel não só pelo "selo" que a gente levava da molecada na cabeça pelada como também pela tortura que passávamos quando a máquina endentava no cabelo no ato do serviço. Era o momento de "levitar" de uma pequena tábua colocada nos braços da cadeira, a fim de ficarmos em posição mais elevada para facilitar a visualização da imagem.
Recordo, pois, dos saudosos e excelentes "técnicos" que desempenharam essa nobre profissão: Laurentino, Dadá, Jacó, entre outros.
Por fim, os moradores da rua Bacuri que habitavam nas cercanias do Salão Paroquial também contavam, nas horas vagas, com o prestativo Euler Amaral(Quexé), como "barbeiro particular" na sua própria casa. Só que, por gozação, ele fazia o corte pela metade, ou seja, raspava o cabelo somente de um lado da cabeça e dava como concluído, pois não utilizava espelho. Ao chegar em casa, depois de tanta pilhéria dos colegas de rua, e verificar que algo estava errado, retornava "p" da vida para melhorar o trato capilar, pelando o outro lado.
Por Otávio Figueira.
Criado em 2022-01-30 15:32:45
Está acontecendo em Óbidos, o I Encontro Regional para a Preservação da História de Óbidos, o qual acontecerá no período de 30/01 a 01/02, com objetivo de discutir e traçar os rumos da preservação da história do município de Óbidos.
O evento tem a organização da Associação de Direitos Humanos e Meio Ambiente da Amazônia – ADHMA, Associação Cultural Obidense – ACOB, Centro de Documentação Histórica do Baixo Amzonas – CDHBA e Conselho Nacional de Pesquisa Científica da França – CNRS.
Confira a programação
PROGRMAÇÃO
30/01/2022
Manhã: 10h às 12h – Recepção dos participantes.
Tarde: 16h às 18h – Visita aos pontos históricos.
31/01/2022
Manhã: 10h – Cerimônia de Abertura do Projeto com:
Eduardo Dias - Apresentação artística; Ronaldo Brasiliense (ACOB); Padre José Boeing (ADHMA); Prof. Dra. Emilie Stoll (CNRS); Prof. Dr. Gefferson Ramos Rodrigues (CDHBA-UFOPA); Wilma Lúcia Marinho da Silva Secretária Municipal de Cultura e Turismo de Óbidos; Ana Maria Chocron (Sócia fundadora da ACOB); Prof. Dra. Edilza Joana Oliveira Fontes (SECTET); Prefeito Jaime Barbosa da Silva (Prefeito Municipal de Óbidos).
01/02/2022
Manhã:
8h – Sessão de comunicação 1
9h:30min às 10h – Intervalo
10h – Sessão de Comunicação 2
Tarde:
15h – Sessão de Comunicação 3
16h:30min – Sessão de encerramento
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Criado em 2022-01-30 14:13:44
Ângelo Gabriel Viana Jordão é obidense, tem 18 anos, é conhecido artisticamente como Gabriel Viana e é filho de Mara Viana e Wilson Jordão Filho. Gabriel está cursando o 2º ano do ensino Médio na escola Maurício Hamoy, o qual é artista plástico, que nesta matéria mostraremos as suas obras.
Gabriel Viana iniciou sua arte quando participava do “Carnaval Virtual”, em Óbidos. Iniciou fazendo desenhos de fantasias como carnavalesco virtual e só começou a trabalhar com a pintura após conhecer o pintor Jorge Mamede. “Tenho ele como um pai nas artes, pois ele me deu as primeiras dicas nos trabalhos em telas e me deu um enorme incentivo”, comentou Gabriel.
O principal tema de suas telas é voltado para a questão do Imaginário Caboclo, nessa "Encantaria Amazônica"* que o inspiraram. Também gosta de se expressar através de suas obras usando a técnica do abstrato ou surrealismo.
Perguntado se tinha algum artista que o inspira, Gabriel respondeu: “Bom, existem vários, rsrsrsrs. Eu me inspiro muito nos artísticas de Parintins que hoje em dia são praticamente meus Tutores na arte como: Glaucivan, José Trindade, Josinaldo, Wilton Cesar entre outros. Também me inspiro em artistas da nossa terra como: Naldo, Nil Cerdeira, Jorge Mamede, Orlando Nascimento, Albino Junior principalmente e João Bosco”.
Sobre suas obras, Gabriel Viana comentou: “As minhas obras são bem recheadas de contextos históricos, é isso que diferencia o meu trabalho, elas abordam o Lendário, o histórico e até mesmo o pessoal”.
Obras de Gabriel Viana, nova geração de artista obidense
Gabriel tem planos para o futuro, sendo que um deles é expor seus trabalhos em Óbidos, como também fora de Óbidos. “Sou um jovem que busco bastante o crescimento e aprimoramento. Quero ser exemplo para a minha geração. Busco sempre passar em minhas falas que, elas têm força e poder para conquistarem, pois Óbidos está recheada de grandes talentos, só falta serem dadas verdadeiras oportunidade a eles”, comentou Viana.
Gabriel geralmente divulga suas obras em suas redes sociais como no Facebook e no Instagram, ambos com o mesmo nome Gabriel Viana. Gabriel também leva suas obras para expor nas praças durante os finais de semana.
Contatos de Gabriel Viana: Facebook: Gabriel Viana; Instagram: Viana6628; E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
* Encantaria é uma forma de manifestação espiritual e religiosa afro-ameríndia, praticada sobretudo no Piauí, Bahia, Maranhão e Pará. Pode estar associada a diversas religiões presentes nesses estados, como a Pajelança ou Cura, o Terecô (Mata ou Encantaria de Maria Bárbara Soeira), o Babaçuê e o Tambor de Mina.
Por João Canto
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Criado em 2022-01-29 17:04:08
O Vídeo seguinte foi produzido pela Expedição Pedro Teixeira contemporânea, coordenada por Olimpio Guarany, capitão da Expedição, que aconteceu em 2021. A Expedição de Pedro Teixeira aconteceu em 1637 pelos rios Amazônia. “Agora estamos refazendo, em um veleiro, a jornada do Conquistador da Amazônia. A série que lançamos e vai revelar todas as nuances dessa nova Expedição que estamos realizando e será exibida em episódios semanais”, comentário de Olimpio Guarany em sua rede social.
Olimpio Guarany comentou como surgiu a ideia da Expedição: “Há alguns anos a ideia de navegar pelo rio Amazonas seguindo os caminhos de Pedro Teixeira, o Conquistador da Amazônia, faz parte do nosso projeto de vida. Realizá-lo, agora, é o grande desafio, mas tem algumas justificativas”.
Durante a expedição, foram produzidos vários vídeos dos principais locais por onde passou e um desses lugares foi Óbidos. Veja o vídeo!
No canal da Expedição Pedro Teixeira podem ser vistos outros vídeos: CLIQUE AQUI
A expedição de Pedro Teixeira e o "Tesouro Escondido"
De Gurupá partiu, em outubro de 1637, comandada por Pedro Teixeira, uma expedição oficial com o objetivo de explorar um rio dominado por mulheres cavaleiras e guerreiras - o rio das Amazonas.
Esta incursão, considerada por muitos como a maior façanha sertanista da região, contava com 47 grandes canoas, 70 soldados e 1200 índios flecheiros. Observando a área, Teixeira buscou viabilizar o acesso à região peruana por via atlântica. Neste trajeto, Belém seria a porta de entrada e, por isto mesmo, deveria ser muito bem guardada.
A expedição - composta, entre outros, pelo cronista Maurício de Heriarte e alguns religiosos importantes, como o capelão franciscano Agostinho das Chagas - subiu os rios Amazonas e Negro onde deixou parte do grupo. Prosseguindo, alcançou Quito, em outubro de 1638.
Pedro Teixeira tomava posse das terras em nome do rei de Portugal, embora este Reino ainda estivesse sob o domínio espanhol. Favorecidos pelas boas condições de navegação, aqueles homens aventureiros deparavam-se a todo instante com riquezas naturais da flora amazônica como o urucu, primeira especiaria a ser exportada para a Europa. Pousavam onde era possível, conduzidos por índios remeiros, montando acampamentos improvisados e navegando sempre nas mesmas horas do dia.
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Criado em 2022-01-29 14:50:02
Publicação foi entregue pela MRN e tem o intuito de fornecer informações para que os comunitários desenvolvam de forma adequada as atividades em campo.
Os agricultores de comunidades ribeirinhas do Oeste do Pará receberam da Mineração Rio do Norte uma cartilha educativa sobre o Projeto de Apoio aos Sistemas Agroflorestais (SAFs), com informações de suporte às suas atividades, assim como, capacitação técnica e kits de ferramentas de trabalho já fornecidos dentro da iniciativa, que é desenvolvida há 15 anos pela empresa.
Com ilustrações para incentivar a melhoria na cadeia produtiva da região, a cartilha é um guia prático de instruções técnicas de implantação dos sistemas agroflorestais, abordando as informações a partir de uma linguagem didática e de fácil entendimento. Além da publicação para incremento do aprendizado sobre o SAFs, no segundo semestre de 2021, os integrantes do projeto participaram de uma ampla agenda de cursos e visitas técnicas nas comunidades de Boa Nova, Casinha, Saracá, Camixá e Bom Jesus, localizadas no município de Oriximiná, abrangendo 29 famílias.
“Em 2019, a MRN fez novas doações de mudas para cultivo de plantas, por meio do SAFS, que têm contribuído para movimentar a renda dos agricultores. A cartilha complementa o aprendizado que já é repassado aos comunitários. Dessa forma, eles podem aplicar esse conhecimento e aproveitar melhor as novas áreas”, explica Geineses Pinheiro, engenheira agrônoma responsável pelas atividades em campo.
Ela acrescenta que a cartilha foi idealizada como um tutorial para início de planejamento de plantio, produção de mudas, manejo de poda, manutenção dos sistemas e adubação orgânica. Para a elaboração do material, a MRN contou com o suporte técnico da consultoria Florestas Engenharia.
Suélen Gato, agricultora que vive na comunidade Casinha, no Lago Sapucuá, segue os passos do seu pai, que está envolvido desde o início no SAFs. “A cartilha tem instruções para a gente ler e complementa o conteúdo dos cursos e das pesquisas na internet. Achei que ela é de fácil entendimento e isso ajuda. Fiz também um curso de empreendedorismo, no projeto do SAFS, que foi uma novidade para mim, pois despertou o meu interesse em participar do projeto e de outros cursos”, pontuou.
Cursos e capacitações do SAFs
O Projeto SAFs é parte do Programa de Educação Socioambiental (PES) da Mineração Rio do Norte (MRN), que constantemente investe em formação e informação para ajudar os comunitários na manutenção das florestas, em cumprimento a condicionantes do Ibama. A iniciativa contempla cursos, visitas técnicas, consultorias de plantio e cultivos e capacitações sustentáveis, como treinamentos para a produção de ração, adubo natural e biofertilizantes, horticultura, empreendedorismo, entre outros.
“Neste período de pandemia, todas as atividades com a comunidade são realizadas priorizando as medidas preventivas contra a Covid-19, como distanciamento social, uso de máscaras e higienização com álcool em gel, além de atendimentos individualizados, evitando aglomerações”, reforça Genilda Cunha, analista de Relações Comunitárias e coordenadora do projeto pela MRN.
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FONTE:Comunicação/MRN
Criado em 2022-01-28 18:11:00
Com o tema “Inclusão, Equidade e Qualidade” está acontecendo em Óbidos, dias 27 e 28 de janeiro, a V Conferência Municipal de Educação, no auditório do Instituto Federal de Educação do Pará – Campus Óbidos.
São dois dias de evento, onde estão reunidos os educadores de Óbidos e convidados, para discussão da educação obidense, que tem como objetivo planejar o futuro da educação municipal para os próximos quatro anos.
Nesta quinta-feira, dia 27, aconteceu o credenciamento, solenidade de abertura do evento, leitura e aprovação do regimento de conferência, assim como ocorreu uma palestra, e em seguida apresentação cultural.
Neste segundo dia (28), está programado a discussão de vários temas relacionados aos objetivos da conferência, apresentação de proposta para melhoria da educação obidense, assim como a socialização das propostas selecionadas que serão apresentadas pelos delegados eleitos durante a Conferência Estadual de Educação.
Na abertura do evento estiveram presentes várias autoridades, como o prefeito Jaime Silva; a Secretária de Educação, Zilda Bentes; Diretor do IFPA, Bruno Melo; presidente da CMO, Jalico Aquino; Aloísio Barros Jr., presidente do Conselho Municipal de Educação; Marilene Castro Barros, coordenadora da Ufopa; Aldanete, secretaria da Sendes, entre outras autoridades.
A realização da 5ª edição da conferência é uma parceria entre Conselho Municipal de Educação (CME) e Secretaria Municipal de Educação (SEMED).
O evento deveria ter sido realizado no final do ano passado (2021), mais por conta do aumento no número de casos de Covid-19, a conferência teve que ser remarcada e agora e agora está sendo realizada de formar híbrida, podendo ser acompanhada pela internet.
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Criado em 2022-01-28 13:32:43
Otávio Figueira.
Em cidades do interior há sempre um ponto de referência que não é bombril, porém têm mil e uma utilidades, e que se sobressai a medida da necessidade premente de uma geração em seus feitos até certo ponto hilários.
No final dos anos 60, por carência de opção, o mais movimentado logradouro público sempre foi de longe a Praça Barão do Rio Branco mais conhecida como Praça de Sant'Ana, principalmente no mês de julho.
Ambiente de frequência intensa pelos conterrâneos, visitantes, marreteiros, barraqueiros, proporcionado pela animação de jogos, apresentações de danças e cantorias.
A rigidez com que os pais educavam seus filhos era de forma tão acentuada, clara e objetiva que o próprio "olhar" sinalizava se o procedimento acordado entre as partes tinha sido cumprido ou não.
Refiro-me, então, a idade "certa", convencionada pelos genitores, a partir dos quinze anos, para que suas filhas pudessem dar uma volta na praça e lançar o primeiro sorriso e tocar, de passagem, no dedo mindinho do pretenso e futuro namorado. Só isso mesmo.
Não é demais lembrar que entre os jovens existiam as meninas "rebeldes" que, concordavam com as determinações dos responsáveis, porém não as cumpriam.
Diante desse fato e por um namoro mais avançado, longe das lâmpadas e das candinhas (fofoqueiras), eis que surge o famoso "Beco do Mijo", exalando um odor insuportável, que deu origem à sua própria alcunha, para servir de refúgio e abrigo aos casais mais ousados, desobedientes e teimosos, mesmo sabendo das consequências do cipó assado de cuieira ou do cinturão com a fivela pra baixo que os aguardavam tão logo do retorno as respectivas casas por esquecerem, propositalmente, do horário combinado na base do lema: "o amor é lindo". O epílogo fica por conta de cada leitor.
Finalmente, hoje o "Beco do Mijo" encontra-se totalmente revitalizado, iluminado, calçado, sem o cheirinho de então, até com um jardim bem cuidado pela D. Zenaide, moradora do local, virando a página de acontecimentos extraordinários e lúdicos de várias gerações.
Criado em 2022-01-27 23:55:56
A Praça Barão do Rio Branco, mais conhecida com Praça de Sant´Ana, é um logradouro público de grande referencial histórico, para a cidade de Óbidos, seu surgimento aconteceu no ano de 1758, por iniciativa do Governo da Província do Grão-Pará, Mendonça Furtado, que a criou com a finalidade de nela levantar um “pelourinho”, onde foi erguido um monumento, que representa o marco de sua criação.
A Praça de Sant’Ana, assim, denominada, na época de seu surgimento, foi a primeira praça da Vila de Óbidos. Sua utilização, como espaço público, agregou em seu entorno, residências, a Matriz de Sant’Ana e a cadeia Pública (antiga Biblioteca), edificada em um dos lados do quadrilátero que da forma à praça, em posição oposta à igreja Matriz. A instalação da Cadeia Pública (1841), na Praça de Sant’Ana, ensejou a denominação de “Largo da Cadeia”.
Desde sua criação, a Praça de Sant´Ana já passou por várias reformas e mudanças, sendo que uma delas foi a substituição do “S”, um monumento tipo caramanchão, por um chafariz. Desde então, o chafariz funcionou esporadicamente, sendo que ultimamente estava sem funcionar.
Recebemos neta quarta-feira, dia 27, algumas imagens e vídeo que mostra que o chafariz foi revitalizado pela Prefeitura de Óbidos, através da Secretaria de Urbanização e Infraestrutura – Seurbi, ganhou uma nova iluminação e está em pleno funcionamento, o que chamou a atenção da população que circulava pelo local, os quais faziam questão de registrar o momento na frente do chafariz.
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www.obidos.net.br – Fotos de Vander N Andrade e Vídeo Seurbi
Criado em 2022-01-27 16:42:22
Comparecer ao recenseamento é obrigatório a todos os aposentados e pensionistas do regime próprio do Pará. Prazo se encerra no dia 8 de março.
Mais de 12 mil segurados ainda não procuraram o Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Pará (Igeprev) para a realização do censo previdenciário. Comparecer ao recenseamento é obrigatório a todos os aposentados e pensionistas do regime próprio do Pará, que tiveram o benefício concedido após novembro de 2020. O prazo termina no dia 8 de março.
O recenseamento, que foi iniciado em novembro de 2020, tinha data de conclusão marcada para o dia 8 de dezembro de 2021. Contudo, foi prorrogado por 90 dias devido à quantidade de beneficiários ausentes.
Inativos e pensionistas que não comparecerem ao censo até o dia 8 de março terão o benefício suspenso. A partir dessa data, esses segurados terão mais 90 dias para regularizarem a situação perante o Igeprev. Ao fim deste prazo, aqueles que permanecerem ausentes terão o benefício cancelado.
A maioria dos faltantes reside na Região Metropolitana de Belém (8.581). No nordeste do Pará, 1.686 aposentados e pensionistas ainda não vieram ao censo. Nos municípios do sul e sudeste do Pará, 723 segurados estão com pendência na atualização cadastral, além de 516 beneficiários da região do Tocantins, 193 do Marajó e 496 da região oeste.
Dona Floraci Souza, 77 anos, foi servidora da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) por 27 anos. Há uma década, ela se aposentou. Na manhã desta terça-feira (25), ela saiu do bairro do Coqueiro, em Ananindeua, e veio à sede do Igeprev. “Está tudo bem organizado, sem tumulto. O atendimento foi ótimo. Para quem ainda não veio, digo que venham logo, não deixem para a última hora”.
Como agendar o comparecimento ao censo previdenciário do Igeprev?
Para comparecer ao censo, o beneficiário deve agendar o atendimento no site igeprev.pa.gov.br. No dia e hora marcados, deve vir à sede, localizada na avenida Alcindo Cacela, 1962, bairro Nazaré, com a documentação indicada no site. O atendimento dura entre 15 e 20 minutos. Caso haja alguma pendência em algum documento, o beneficiário pode retornar ao Igeprev em até 90 dias, sem a necessidade de agendamento.
Segundo Carlos Eduardo Gomes, coordenador do censo, até dezembro, aproximadamente 150 beneficiários compareciam diariamente à sede do Igeprev para o recenseamento. A partir de janeiro, no entanto, a procura diminuiu para cerca de 30 atendimentos diários.
O censo tem o objetivo de atualizar os dados cadastrais e viabilizar a elaboração de ações de gestão e educação previdenciária. Por determinação da Lei Federal nº 10.887/2004, todos os regimes próprios de previdência devem fazer o recadastramento de seus segurados a cada cinco anos. Porém, desde 2012, o levantamento não era feito no Pará. Em quase 19 anos de existência, é a terceira vez que o Igeprev realiza o censo.
Texto: Augusto Rodrigues/Ascom Igeprev
Criado em 2022-01-27 00:09:51
A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de Óbidos, tem acompanhado os agentes da Defesa Civil do Estado (4ªRedec- 4°GBM), que estão em Óbidos realizando vistoria técnica nos pontos críticos após o governo do Estado ter decretado situação de emergência para 17 municípios incluindo Óbidos.
O Governo Municipal de Óbidos, por meio da Coordenadoria de Defesa Civil, vem acompanhando a situação das principais áreas de risco no município, segundo um levantamento prévio realizado pela Defesa Civil municipal, mais de 8 mil pessoas estão sendo afetadas diretamente pelos problemas causados pelas chuvas.
"Estamos acompanhando a situação de todas às famílias que estão sendo afetadas pelos problemas causados pelas chuvas, já estivemos fazendo a vistoria em loco, e certamente estamos fazendo de tudo para oferecer um abrigo seguro para aqueles que mais precisarem", ressaltou o Prefeito de Óbidos, Jaime Silva.
Os técnicos da 4ª Regional de Defesa Civil (4ª Redec), devem permanecer durante toda à semana no município realizando o mapeamento das áreas mais afetadas e o levantamento das famílias atingidas, esse relatório dever ser preparado pela defesa civil do município, e deve servir de base para buscar ajuda humanitária aos mais atingidos.
Segundo o Coordenador de Defesa Civil Municipal, Jamerson Amaral, o município tem se atentado para os problemas causados pelas chuvas. "Esse é um problema que há anos nos enfrentamos, muito por conta da situação geográfica do município que é de muitas ladeiras o que facilita a formação de enxurradas e deslizamentos, mas já fizemos o levantamento das famílias afetadas e certamente vamos conseguir a aprovação do decreto de situação de emergência para então conseguirmos mais ajuda para essas famílias", destacou.
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Fonte:Comunicação/PMO
Criado em 2022-01-26 21:06:14
No entanto, nos dias atuais, a meu sentir, sua concepção foi de grande valia, até pelos objetivos de origem (grande cheia do Amazonas de 1970).
Convenhamos que ficou uma comunidade bonita, no alto, com um visual deslumbrante e praticamente independente em vários aspectos do conhecido Centro.
Com efeito, não se eximiu dos problemas e necessidades inerentes a quaisquer cidades e povoados nas mesmas condições de sobrevivência de seus moradores como obras iniciadas, mas não concluídas a constatar.
Por questão de justiça, não poderia jamais esquecer duas personalidades, entre tantas, que contribuíram sobremodo com o instinto humanitário e também visionário em atender o clamor de uma população carente: Dom Floriano e Haroldo Tavares.
Portanto, o bairro em comento, de modo bem particular, traz-me grandes e ótimas recordações amorosas e sentimentais. Ao olhar a igreja do Sagrado Coração de Jesus, no ano de 1981, no mês de novembro, por ocasião das festividades do padroeiro, em que, no movimentadíssimo arraial, teve início a paquera (flechada do cupido) com minha esposa Inês Maria.
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Criado em 2022-01-26 14:36:34
O projeto Esporte na Cidade também oferece aulas de iniciação esportiva para 150 crianças e adolescentes do município.
Na última sexta-feira (21), o projeto Esporte na Cidade, realizado no município de Terra Santa, oeste do Pará, fez a entrega de kits de uniforme para crianças e adolescentes do município, que estudam na rede pública, para usarem em suas práticas esportivas. A iniciativa é realizada pela Organização Social de Peito Aberto (DPA), por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, com o patrocínio da Mineração Rio do Norte e apoio da Prefeitura Municipal de Terra Santa. Foram doados 100 kits de uniformes nessa primeira etapa do projeto. No segundo semestre, os alunos irão receber mais um kit.
Uma das participantes do projeto é Letícia Bentes, de 13 anos. É a primeira vez que ela participa do projeto Esporte na Cidade, e estava ansiosa para receber o uniforme. “Agora eu tenho um kit para fazer os exercícios, e eu fiquei muito feliz de poder participar. Coube direitinho e é bem confortável. Quando eu fui selecionada, fiquei alegre, porque eu amo praticar esportes”, disse. “A minha experiência com o projeto está sendo muito boa, mais do que eu esperava, porque além de poder sair de casa, eu vou estar em um lugar seguro e com o acompanhamento da professora, o que é muito bom”, complementou a adolescente.
Em 2020, o Esporte na Cidade comemorou uma década de atividades. Durante a pandemia, para evitar a suspensão total, a iniciativa teve que se adaptar para um formato de transmissão de videoaulas gravadas, aulas online ao vivo e gincanas virtuais, que garantiram o envolvimento dos seus participantes. Desde outubro de 2021, as aulas presenciais retornaram ao ginásio municipal de Terra Santa, com a prática de quatro modalidades de iniciação esportiva (futebol, vôlei, handebol e basquete).
De acordo com Simone Rêgo, educadora física do Esporte na Cidade, atualmente, todas as escolas da rede pública são beneficiadas com o projeto, no total de nove turmas, com alunos entre 07 e 17 anos. “Hoje, as aulas ocorrem duas vezes por semana, com grupos de no máximo 20 pessoas. Cada turma pratica 45 minutos de esporte e outros 15 minutos são destinados a higienização do local e dos equipamentos. É uma forma de aliar conscientização, educação, sociabilização e saúde física. Nós seguimos todos os protocolos de biossegurança das escolas”, analisou. Além da higienização, é obrigatório o uso de máscaras durante as atividades.
A retomada das atividades no ano passado também é comemorada por Keliane Bentes Barbosa, mãe do Nicolas Bentes Barbosa Diogo, de 11 anos, participante do projeto. “O Nicolas é muito comunicativo e ativo. E durante a pandemia ficou muito tempo dentro de casa. Com a volta do projeto, ele quis muito participar para conhecer novas pessoas, sair de casa, socializar e praticar um esporte”, relatou. Segundo ela, em outubro foi o primeiro contato do filho com a bola. “Ele gosta muito de bicicleta, lego, mas nunca foi muito de jogar bola, por exemplo. Ele até falou à professora que não tinha habilidades. Mas é muito bom ver esse interesse dele e entender como é importante para o seu crescimento participar de um projeto com outas crianças”, comentou.
A coordenação motora pouco desenvolvida é um dos reflexos que a pandemia causa às crianças. É o que afirma Simone Rêgo. “Os mais novos possuem muitas dificuldades, principalmente os que têm menos de 10 anos e que nunca praticaram nada na escola, por exemplo. No projeto, além de ensinarmos a questão técnica dos fundamentos dos esportes, passamos atividades denominadas Circuitos Psicomotores, que trabalham capacidades físicas como coordenação motora, lateralidade, condicionamento físico entre outras. Essas capacidades são perdidas, em função da paralisação das atividades físicas, e são de suma importância para o desenvolvimento integral do aluno”, acrescentou.
Mais de uma década promovendo saúde e inclusão social
A continuidade do projeto Esporte na Cidade é destacada pela analista de Relações Comunitária da MRN, Elessandra Correa, como uma importante ferramenta de transformação e inclusão social. “A MRN apoia projetos de cunho social e esportivo e, há mais de uma década, somos parceiros do instituto de Peito Aberto. Nesse momento, estamos em processo de retomada das atividades com grande entusiasmo das crianças e dos adolescentes participantes. Nós acreditamos firmemente que o esporte proporciona excelentes oportunidades no futuro a esse público”, afirmou.
É o que o Wenceslau Madeira Teixeira Júnior, presidente da DPA, também acredita ser o principal legado da longa parceria entre o instituto e a MRN. “São mais de dez anos juntos levando esporte para as crianças de Terra Santa. Tenho a certeza que já modificamos centenas de vidas por meio do Projeto Esporte na Cidade. É sempre muito satisfatório visitar o projeto e ver como a ação da DPA e da MRN são transformadoras na comunidade”, comentou.
Fonte: Comunicação/MRN
Criado em 2022-01-26 14:11:47
A V Conferência Municipal de Educação, deve ser realizada nos dias 27 e 28 de janeiro, no auditório do Instituto Federal do Pará (IFPA Campus Óbidos).
Com o tema; Inclusão, Equidade e Qualidade, compromisso com o futuro da educação obidense, a conferência tem como objetivo planejar o futuro da educação pelos próximos 4 anos. A realização desta 5ª edição da conferência, é realizada em parceria entre Conselho Municipal de Educação (CME) e Secretaria Municipal de Educação (SEMED).
O evento deveria ter sido realizado no final do ano passado (2021), mais por conta do aumento no número de casos de Covid-19, a conferência teve que ser remarcada e agora deve ser realizada de formar híbrida, podendo ser acompanhada pela internet.
O cronograma disponibilizado pelos organizadores informa que o primeiro dia deve ser marcado pela abertura do evento, já no segundo dia terá as discussões das ideias que no final serão votadas para aprovação ou não.
Confira a programação:

Criado em 2022-01-26 00:03:18
Izarina T. Israel.
Hoje, ao ler um texto publicado na AALO, sobre como foi a infância dos que hoje estão nos sessenta anos para a frente, peguei-me com a garganta já saturada por medicamentos da COVID/ÔMICRON e os olhos embotados, ao fazer uma verdadeira viagem ao túnel do tempo e não contive as lágrimas.
Que texto fantástico!
Parece mentira que, vivi tudo aquilo por ser uma menina que, adorava não só bonecas, mas, principalmente, brinquedos e jogos de moleques.
E como foi tão bom!
Tinha meu irmão Isaac, o judeu, Isamar, gêmea deste, o primo Rosinei, com apenas 8 anos, que veio morar conosco após uma doença de sua mãe, considerada grave naqueles tempos e eu com doze anos. Só os abandonei nas brincadeiras de rua, com a chegada da Menarca.
Foi quando comecei a arranhar meus primeiros poemas.
Crescemos juntos.
Nós àquela época, embora não passássemos dificuldade, não tínhamos mais aquela vida farta e fácil que, existiu até meu pai falecer. Por essa época eu tinha apenas nove anos e ganhamos o primo que aprendemos a amar como irmão.
Minha querida mãe Deusa acordava às três da madrugada para molhar suas plantas e encher os tambores, pois, era escasso o fornecimento de água. Em seguida, invariavelmente, enfiava nos cabelos cor de prata, um punhado de perfumados e adocicados jasmins e após ia preparar nosso café da manhã. Enquanto isso, Rosinei ia à padaria de seu Antônio, comprar os excelentes pães que ele produzia e aos quais dava preferência.
Quem tivesse aula pela manhã, seguia e os que ficavam iam brincar.
Como eu estudava no horário intermediário, tinha a manhã e à tarde com tempo livre.
Era o momento de minha mãe preparar as massas para os pastéis, canudinhos e até rosas do Adro, também conhecida como rosa de maio e bolos o que fazia com todo cuidado e carinho.
Aos sábados e domingos ela trabalhava bem mais suas iguarias, os quais entregava no Bar Andrade e no Ponto Chique, do senhor Plácido, localizado na Praça de Sant'Ana e em outros bares menores.
Durante a semana, fazia serviços voluntários no Asilo e no Albergue dos Tuberculosos, mantido pela Prelazia.
Enquanto ela se desdobrava no trabalho para dar uma vida melhor aos pequenos, nos liberava para as brincadeiras e quando ouvíamos sua voz nos chamando, já chegávamos junto a ela para ver o que precisava. Era sempre um material que faltava. E logo nos liberava para os folguedos.
Voltávamos às brincadeiras que podiam ser em nossos enormes quintais ou na rua.
Eu era uma fera no bole-bole feito de pedrinhas ou caroços de mucajá ou tucumãs pequenos, bem lixados e brilhosos. De pega-pega, passar bandeira, trinta e um alerta, bambolê que fazíamos com grossos cipós que trazíamos de nossa colônia no Patauazal. Macaca, cemitério, passa anel, raminho destroncado, pira pega, pata cega, rodas e de jogar ferros apontados para enterrar no chão e ir riscado e que vez por outra, acertavam nossos pés, dos quais não recordo o nome. Brincávamos de carrinhos de rolimã feitos pelo Rosinei, com latas de leite ninho vazias e fazíamos nossos próprios papagaios com papéis se seda colorida e quando nosso cerol cortava o papagaio do amiguinho gritávamos:
- Chinou, chinou. Além disso, tínhamos nossos piões que jogávamos e aparávamos na unha do polegar.
É, eu fui quase um perfeito moleque! E como fui e sou muito feliz!
Minha mãe tinha gênio forte, era uma Sagitariana como eu. E nos criou com pulso de ferro.
Tinha um grande defeito, não saber cobrar pelos seus prestimosos, os quitutes para grandes aniversários, como foi os quinze anos de uma filha do Sr. Isaac Hamoy e por não dar o devido valor ao seu trabalho ou por vergonha de cobrar, o deixava por conta de quem o encomendasse. E às vezes, isso não dá certo.
Houve uma época que, veio de Roma um Núncio Apostólico visitar Óbidos e a estes trabalhava de graça, uma vez que fazia já serviços voluntários no Asilo para Idosos e à noite nos fazia costurar cueiros, fraldas e camisinhas para os recém nascidos e distribuídos ao Clube de Mães. Fazia-nos amarrar cipós de piaçava para as vassouras confeccionadas na oficina da Escola São Francisco e tarefa esta que era destinada aos velhinhos. Não aceitávamos de bom grado, mas, obedecíamos e ao que hoje agradeço. Me fez ver o valor de ajudar ao próximo. Ajudava ainda a entregar os remédios no Albergue de Tuberculosos que era mantido pela Prelazia.
Quando da festa para o Núncio Apostólico de Roma que, chegaria dia cinco de Novembro pela manhã e haveria um coquetel de boas-vindas, este ela não pode fazer, pois, faleceu na noite anterior ao dia seis, vítima de um Edema Agudo do Pulmão, por se exceder no trabalho.
Sou grata a Jesus ter permitido que eu pudesse viver em uma época de ingenuidade e esperanças no futuro.
Enquanto o autor sorria ao editar seu texto, eu diante de tantas recordações, não pude conter as lágrimas.
Ainda hoje, lembro saudosa com carinho desta fase maravilhosa que é a infância e a adolescência e de todas as minhas professoras e de um professor de Inglês e Desenho que, juntamente com minha família biológica próxima e parentes, me ensinaram a ser correta, honesta, otimista, fraterna e resiliente, me mostrando que o amor e a educação é para dar e ser recebida em primeiro lugar no seio da família.
Se dermos amor, é certo que o receberemos e seremos pessoas boas, que aprenderam o valor do respeito, ética, e gratas a família, aos outros e a todos os seres vivos e ao Planeta.
Só assim cresceremos como pessoa!
25.01.2022
Criado em 2022-01-25 22:55:02